"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada...Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro". Clarice Lispector
27 de julho de 2010
No ritmo da dança
17 de julho de 2010
Em outro planeta

O que tudo isto tem a ver com estas rosas? Tudo. As duas coisas me inspiram, me fascinam e me fazem muito, mas muito feliz :)
30 de junho de 2010
Metade de mim
Essa semana andei tendo sonhos esquisitos, com coisas do passado mesclado com metas que desejo alcançar. Este mix é quase como que a metade de tudo que vivi até então. Tenho 25 anos, 1/4 de vida e me sinto, literalmente, como que na metade de tudo. Um divisor de águas. A fase em que antes me achava adulta, hoje sinto que adulta virei de fato. Contas para pagar, um 'filho' que comprei e que agora, será meu por um bommm tempo; emprego dos sonhos e por aí afora.
Não há nada melhor do que conseguir expressar tudo isso e reconhecer que esta metade que hoje cheguei, representa - apenas -o inicio de uma outra ainda mais maravilhosa fase e porque não dizer madura. Metade de mim eu descobri, eu vivi. A outra? Ah, a outra começou hoje e sinceramente, quero descobrir o prazer que ela irá me proporcionar a cada amanhecer.
20 de junho de 2010
8=1
Naquele mesmo ano em que eles fizeram a cápsula, no mesmo programa de tv eu, com 15 anos, assisti outra matéria em que um grupo de amigos enterrou uma caixa no alto de um morro com cartas sobre como seria o ano 2000. Me lembro como aquilo mexeu comigo, pois no dia em que abriram a caixa, uma menina foi representando o pai que havia falecido. Emoção à flor da pele. No outro dia, cheguei no cólégio e fiz a mesma proposta para as minhas sete melhores amigas. Elas toparam na hora.
Em 29 de novembro de 2000, após o último dia de aula, nos reunimos para um almoço na casa de uma delas e lá, fizemos o verdadeiro pacto de amizade. Nossa caixa contém uma carta de cada uma, vários bilhetes trocados em sala de aula, cédulas de dinheiro e fotos, mas principalmente, colocamos nossos desejos mais puros e verdadeiros e nos comprometemos que em 15 anos, iríamos voltar aquele mesmo lugar, para abrí-la. As adolescentes de 15, terão 30 quando isto acontecer.
A cada ano que passa, uma lembra a outra da nossa caixa, do nosso pacto. Brincando, brincando, dez anos se passaram e hoje ao ver a matéria, as lágrimas rolaram pelo simples fato de me sentir feliz em poder ter a certeza de que tenho amigas de verdade, que dividiram tantos momentos bons e que até hoje, dividimos. Cada uma tomou seu rumo. Hoje, 10 anos se foram e todas estão formadas, duas casadas e uma delas, mora do outro lado do mundo.

O que nos une é muito mais do que aquela caixa. O que nos une é uma coisa chamada amor. Amor de amiga para amiga. Amor verdadeiro. Amor que ultrapassa o tempo e a distância. Que daqui há 5 anos, eu na função de repórter, possa mostrar ao mundo, a bela história que as sete amigas e eu desenhamos.
Que venha 29 de novembro de 2015!
10 de junho de 2010
Ubuntu*
A de 98, a febre no colégio era colecionar o 'tal álbum da Copa', que hoje está em alta novamente. Em 2002, sob o comando de Felipão, eu no auge dos meus 17 anos, assistia os jogos na casa de meus colegas do terceiro ano do ensino médio. Para nós, cada jogo era uma alegria, não apenas pela partida, mas por estarmos todos juntos. Ahh, como foi boa aquela Copa! O Penta!
Agora, o que será que estarei fazendo daqui a 1460 dias? Onde estarei? Com quem estarei? Só sei, de fato duas coisas: a minha idade e que o meu país estará recebendo o mundo inteiro em seu território, para este show! Espero eu, poder assistir e fazer parte desta história como a Copa faz parte da minha história (e da sua também).
30 de maio de 2010
"Aí está"
A segunda missão era levá-lo para o verdadeiro formigueiro: a Fenadoce. No fim, aquele cara simples (e alto), desfilou tranquilamente pelos corredores do Centro de Eventos e chamou a atenção de todos e mesmo assim, a simplicidade pairava sobre ele. Ao final, posso dizer que além de ter ganho um colega, ganhei um amigo. Com tudo, no fim da noite, tive mais um presente de encher meus olhos e minha alma. 'Mas que beleza'