6 de novembro de 2009

Mude

Mudei o corte do cabelo. Mudei de cor preferida. O lugar da cama.
Mudei minhas fotos. Mudei de ritmo musical. O perfume predileto.
Mudei a frequência. Mudei meu quarto por inteiro. Renovei.
Mudei de pensamento. Mudei minha oração. Mudei de prioridade.
Mudei. Mudei muita coisa em minha vida, mas não mudei minha essência, só mudei em aspectos que, por menores que possam ser, fazem toda diferença.


Mude. Dê um passo a frente.

2 de novembro de 2009

As estrelas de Satolep

Confesso que minha cabeça está fervendo. Não de raiva ou qualquer outro sentimento negativo. Ferve para tentar escrever, em poucas linhas, o que REvivi ontem. Como relatei, a profissão que escolhi me proporciona momentos de extrema alegria mas também de muita tristeza. Em 15 de janeiro vivi este outro lado da moeda de ser jornalista. O acidente com a delegação do Brasil foi, até hoje, o maior acontecimento triste que tive que 'contar' aos outros. Hoje, percebo que fiz parte de um dos maiores acontecimentos históricos desta cidade e quem sabe do mundo esportivo?!

"As coisas não acontecem por acaso", já diria algum poeta, mas se aconteceu tudo isto, algum aprendizado TODOS os envolvidos - direta ou indiretamente - tiveram. Eu tive...e como. Passados 10 meses, dois colegas de profissão lançaram um livro com esta história, com este 'fato jornalístico'. Para minha surpresa, ao abri-lo, a primeira imagem que vejo: Eu. Eu? Eu!

O registro foi feito uma semana antes do acidente, na chegada do goleiro Danrlei e que foi contra-capa de um dos jornais mais importantes do Estado. Não pude conter minha alegria em saber que, mais do que nunca, faço parte desta triste história, mas que me serviu como uma bela lição. Para selar tudo isto, nada melhor do que ouvir "Estrela, Estrela" ao som do violão que ecoou no teatro Guarany na voz de seu criador, Vitor Ramil. Presente. Duplo.

A 'estrela' que Ramil cantou é a mesma que reluz o brilho dos guerreiros que se foram. A 'estrela' que como ele diz: "Brilhar, brilhar, quase sem querer. Deixar, deixar, ser o que se é"

20 de outubro de 2009

Cenas do meu cotidiano

Segunda-feira. 21h35min. Meu pai e eu adentramos em um supermercado da cidade. De repente, meus olhos brilham. Ali, levando pães quentinhos para casa estava Vitor. Um cara de abrigo, com a barba por fazer. A cena mais comum do mundo SE não fosse um dos irmãos Ramil. SIM. O cara da fila do super comprando pães era o 'cara' que canta "Estrela, Estrela", "Viajei" e autor de Satolep. Melhor de tudo é que estou devorando este livro há quase dois meses, leio aos poucos porque é tão bom, mas tão bom que fico com pena de terminá-lo em uma tarde e ficar com gostinho de quero mais.


Melhor de tudo é que dia 31 ele estará no palco do teatro que há dois meses pude assistir seus irmãos. Melhor de tudo é que já tive o privilégio de entrevistá-lo. Melhor de tudo que este cara fantástico é de Satolep, assim como eu, assim como Glória. Ah, esta história deixo para outro dia. Hoje, destaco as coincidências da vidinha. Adoro, ou melhor...atóro!

13 de outubro de 2009

"Ao vivo e em cores"

"Pensando bem," "sou tua saudade reprimida". "Você sabia?"

Não. Isto não é uma frase. Até poderia ser, mas são pequenos trechos cantados por dois caras, que a partir de hoje, ganharam ainda mais minha admiração e meu respeito. Centro de Eventos Fenadoce. 12 de outubro. Um local especial. Uma data. Um local e uma data duplamente especiais. Não poderia deixar de ser...tinha que ser.



Após um ano de espera, volto ao mesmo lugar que prometi um certo dia, escutar as minhas músicas. E assim se fez. Ansiosa? Não. Feliz? Sim. Mais que feliz? Sim. Eu estava em um estado que poderia denominar como "graça". Mais de 10 mil pessoas e eu estávamos assim e como um deles disse: "o show não é para a multidão, é para cada um de vocês". E assim se fez. Um show preparado especialmente, como diriam por aí, 'só para mim'. Os "outros 10 mil" me ajudaram a fazer uma festa que JAMAIS irei esquecer. Uma festa que, antes de ser festa, já era motivo de sobra para comemorar.

2h10min. Tempo suficiente para sair do "mundo real" e ver "a vida boa" que eles tanto pregam. Que banda. Que dupla. Só de relembrar, o coração acelera. Mais um sonho realizado. Parabéns para mim! Parabéns por ter celebrado o dia especial com o melhor presente, o tão desejado presente.


Ah, e não faltou uma coisa: "Somos duas energias: Deus e Amor". As borboletas voaram, e como voaram!

25 de setembro de 2009

Será mesmo?

Já perguntei aqui se certas coisas eram pecado. Já questionei que se existe pecado é porque deve (dependendo da situação) ser uma coisa boa, mas que, para muitos, é errado e isto torna o fato um “pecado”. Voltei a pensar sobre isto, mas de uma maneira diferente. Será que a gente deveria vir com algum manual de instrução? Já dizia a Pitty e a roqueira até que tem razão. Seria um sonho se todos viessem com um, pois assim nós mesmos, quando não nos entendemos, teríamos onde encontrar a solução (ou algum tipo de 'caminho'). Se o nosso manual já seria uma luz no fim do túnel, imagina pensar que nas outras criaturas do Universo encontrássemos este livro mágico. É...mas é sonho. Eu não tenho. Ninguém tem. O manual, na verdade tem outra nomenclatura: convivência.


A convivência, o dia a dia mostra o que somos, o que os outros são. E ponto. O manual com relação ao pecado, tem váaarias coisas em comum, para outros nem tanto. A vida me apresentou algumas situações em que o pecado em fazer algo que se tem vontade ficou de frente com o 'tal' manual que não existe. Defendi em algumas linhas que a convivência era suficiente, o manual mais completo. Engano. Por quê? Pois os manuais "sempre" trazem algumas páginas em branco e que SÓ a gente pode escrever, nada é programado.



Será mesmo que conviver e conhecer as pessoas por completo é um pecado?

1 de setembro de 2009

Medo ou Amor?

Assim como dois caminhos não podem ser seguidos ao mesmo tempo por uma única pessoa, duas escolhas sobre um mesmo tema não podem ser feitas. Aquele que vai à guerra por sentir-se cumprindo seu dever patriota, não pode, ao mesmo tempo, ficar ao lado da esposa e de sua família. Quem escolhe continuar, não pode, simultaneamente permanecer. A vida é uma constante troca de uma coisa por outra e é importante aceitar isso.

Quando o caminho bifurca e o destino faz uma pergunta, qual a melhor escolha? Em qualquer espaço ou tempo, pergunte-se: “O que o amor faria?”
A resposta a esta pergunta poderá tirar-lhe do ardor de diversas consequências advindas de uma escolha mal feita. O amor cabe em qualquer lugar e hora, permanecendo como a mais acertada forma de ser e fazer feliz.
Qualquer outra escolha que não seja por amor, certamente será por medo. Você está se perguntando: “Medo?”.
Se o medo de perder o que nem é seu se chama ciúme, o amor ao direito de simplesmente escolher estar ao lado chama-se liberdade. Se o medo de admitir que você também erra chama-se rancor, a amorosa visão de que ninguém é melhor que ninguém chama-se perdão.




Se formos pensar, tudo o que não nos faz bem são medos disfarçados e tudo o que nos torna melhores e felizes é o amor.
Medo de si mesmo é não gostar-se e aí, é bom saber que você pode reinventar-se a todo momento. Amor por si mesmo é gostar-se e aí, a energia contagiante de fazer com que todos ao seu redor sintam-se atraídos por você, chama-se auto-estima.
O que você tem escolhido? Na hora de viajar, por exemplo, pergunte-se: Estou deixando de ir por medo, estou indo por medo, estou ficando por amor ou estou indo por amor? E lembre-se, amor é algo que só pode existir, quando antes existe por você próprio. Ame-se mais para amar mais. Não ama, apenas acha que ama, aquele que diz que ama mas nem sabe o que é amor próprio. Medo ou amor? A escolha é sua e cada segundo de sua vida lhe perguntará isso."

(Victor Chaves - 27/04/2009)


É por isto e muito mais que eles são "os caras". É por isto que as músicas mais lindas que eu já escutei foram compostas por este mesmo cara que escreveu esta verdade. Aja coração...